Pular para o conteúdo principal

Amar é uma arte


Amar alguém, ter um companheiro são aspirações de todos,
tanto homens quanto mulheres. Mas o amor exige que a gente seja capaz de entender e aceitar as diferenças. Quando amamos, não podemos exigir que a outra pessoa seja como queremos, pois são pessoas livres, têm livre arbítrio. Cada ser humano tem dentro de si várias questões que não são resolvidas, que precisam ser lapidadas, de tal forma que nem Deus interfere. Para sermos amados, precisamos ter amor próprio, se nem a gente se ama, como alguém poderá nos amar? O amor próprio exige que a gente cuide bem de nós mesmos. Devemos proteger nossos eus espiritual, emocional, físico e mental. Sem essa proteção ficamos vulneráveis. Quando amamos verdadeiramente uma pessoa, somos capazes de deixá-la livre. Não a aprisionamos e nem cobramos dela atitudes, que muitas vezes nem estão preparadas para responder. Na vida estamos capacitados para alcançar tudo que queremos, fomos criados à imagem e semelhança do nosso Pai Celestial. Só que tudo tem preço e devemos analisar até quanto podemos pagar. Um relacionamento é muito complexo, imagina, já é difícil conviver com amigos, irmãos, pais, quem dirá com um parceiro. Um parceiro amoroso, no início tudo são flores, mas quando passa aquele momento de encantamento, quando surgem às desavenças, tudo fica diferente. Quem já passou pela experiência de uma vida à dois, entende bem o que estou falando. Quando duas almas se encontram em um mesmo teto, tudo pode acontecer, principalmente porque cada ser traz consigo o seu mundo, suas ideias e cultura. Ao interagir com tanta diversidade é natural que surjam conflitos. Ter maturidade é essencial para que estabeleça um equilíbrio.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Passei em frente a minha antiga casa.

Que tem as portas bem altas; E ela está, triste, muito triste; Arrancaram até a varanda dela; Assim, sem mais e sem menos; Eu não a abandonei. Muito ao contrário. O proprietário exigiu que eu saísse; E depois a deixou lá: Só e sem carinho; Tudo que deixei lá, lá está; Após estes oito anos de solidão; Ela perdeu a varanda; Perdeu é eufemismo; E a porta está lá; Como sempre, tão majestosa; Ela se abre ao meio; Uma banda para lá e outra para cá; Acima, tem um vidro, feito um pedaço de janela. Partido em três vidraças; Ou seriam duas? Assim, com a visão da porta; Fui caminhando em direção ao meu destino; E buscando com os olhos e com o coração; Casas que ostentassem tal realeza; Nesta época, raridade; Mas persisti e segui avante; Heis que a vejo; Inesperadamente; Foi quase um choque; Lá estava ela; Agora estou até meio confusa; Melhor seria dizer, lá estava ele: O Rei da Rainha; Um azul A outra rosa; Mas da mesma realeza; Iguais; Entretanto, o rei teve mais sorte; Hoje é uma creche. Crianç...

Carta para o Futuro