sábado, 18 de fevereiro de 2017

Quem vai olhar para a massa miúda pisoteando lá embaixo?

Sim, a gente cala e quando a gente cala a gente promove a injustiça.                      

Mas também não é fácil falar, tomar uma atitude e assumir uma posição. 
Somos filhos da ditadura e temos medos. 
Fomos treinados a calar. 
No cotidiano eu falo, eu grito e tomo partido dos fracos e oprimidos. 
E no meio da multidão, fico só, mas não me intimido, avanço feito leoa. 
Na vida política não sei agir, tenho muito medo e me calo. 
Nunca tive uma orientação que me validasse nessa luta. 
Eu não sei dizer quais são as leis e quais são as formas de lutar. 
Mas, quando eu vejo um menino sendo roubado e vou lá e enfrento, de alguma forma, estou colaborando para que o mundo seja menos violento. 
Quando vejo uma senhora agredir exageradamente uma criança e entro na frente para apaziguar e sou agredida, também é o meu jeito de participar na construção de um mundo melhor. 
Ou vou lá conversar para que os trabalhadores tenham melhor condições, é o meu jeito simplório de pedir justiça. 
Mas, no fim, fico só, todos estão vendo o menino sendo roubado, mas são muito poucos que tem coragem de ir lá e defender esse menino. 
A maioria das pessoas fingem que não estão vendo. 
Quando dentro de um ônibus lotado a agressora transfere a raiva dela da criança para mim, não há ninguém capaz de falar ou fazer algo para pacificar a situação. 
E quando você vai aos grandes chefes pedir clemência para os trabalhadores, você vira piada dentro da empresa. 
Os oprimidos zombam por você ter ido em defesa de todos. 
Porque é muito desafiante sair do nosso mundo particular e olhar para o outro, acolher o outro, ter a sensibilidade de ver que o outro está sofrendo e que um sorriso talvez contribua para que esta pessoa veja o mundo com menos dor. 
Somos muito egoístas, só queremos que nos acolham e o resto é o resto. 
E não podemos nos culpar. 
A culpa só serve para nos manter cativos e presos, acorrentados por uma força muito maior, que governa nossas mentes, nossos desejos, nossas atitudes. 
Ainda somos marionetes nas mãos de alguns pouquíssimos Poderosos que controlam o mundo. 
Porém, devemos insistir para abrirmos os olhos e para que tenhamos coragem de dizer NÃO para esse poder que só quer se beneficiar do sangue da população. 
Eu não entendo de lei, mas se a Presidente foi mandada embora, é justo e deveria ser correto que o vice fosse junto. 
Como pode o vice ser redimido e ainda ser premiado dentro de uma situação dessas? 
E qual é o objetivo desse senhor? 
A quem ele deve obrigação? 
E como um povo adormecido e hipnotizado com as músicas do carnaval e com os apitos do jogo do fim se semana pode resolver isso?  
Quem vai olhar para a massa miúda pisoteando lá embaixo? Quem? Como?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Despertar

Reverenciando a Luz Solar
Quarto dia:

Lua em Gêmeos. 

Há um por que mesmo nos fatos mais tristes;
E nada é pessoal. Não há Deus que castiga.
Isso foi inventado para manter você cativo.
O Deus que há é de Amor.
É o próprio Amor.
Difícil de entender quando se está passando por provas tão doloridas.
Tão sofridas;


Mas creia, há o caminho do Amor.
Pare e escute seu coração.
Aprenda perdoar;
Aprenda agradecer;
Aprenda celebrar você e o dom da vida.
Aprenda, por favor, aprenda.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Poder da criatividade

Celebrar a Luz Solar <3 span=""> <3 span="">
Terceiro dia:
Lua em touro e fora de curso das 14:51 h às 23:51 h

Festival da Primeira Colheita. Dia sagrado no paganismo, tendo origem principalmente Celta. Celebrado no dia 2 de Fevereiro no hemisfério Sul.



A vida é singular e quer a evolução. 
Evoluir é o destino que temos em comum com tudo que existe e que nossa percepção alcança ou não.
Evoluir é um processo que tem muita magia. 

Justamente por ser um processo sagrado. 
Um processo de alma.

Mesmo nas situações mais desafiantes e tristes que existem em nosso mundo, o Amor está lá. 

Porque evoluir é um processo que é banhado pela luz do amor.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Celebrar a Luz Solar

 Segundo dia:

Lua em touro, tempo de celebrar o silêncio que constrói.

Este é um esboço do meu desenho de hoje:



Tempo de ampliar as percepções!



“Precisamos ter uma vida emocional aberta e valorizar nossos sentimentos... As emoções podem se desequilibrar. Emoções excessivas são exaustivas e enfraquece todo sistema mente-corpo. Se a pessoa der vazão a suas emoções por muito tempo, pode tornar sua prisioneira.” Deepak Chopra e Rudolph E. Tanzi