sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010


Estive refletindo sobre a minha ansiedade.
O quanto desejei realizar as provas enquanto
a minha mão estava machucada.
Esforcei-me em demasia.
Pois quando a vida decide, deve ela ter sua lógica celestial.
Andei pensando também na máxima de abençoar
as pessoas que nos causam dissabores.
Ainda tenho certa resistência. Não tenho este amadurecimento.
Meu EGO ainda domina,
carrego a densidade existencial.
Entretanto busco estar atenta aos meus sentimentos.
Tento observar de fora o que acontece dentro do meu ser.
E encontrar uma saída deste tumulto emocional.



6 comentários:

Thaís V. Manfrini disse...

É na densidade existencial que reside o cimento da poesia...

Andréia pet disse...

Seu blog é muito interessante!!!Abraços

Élis Bruxa disse...

Thaís, muitíssimo agradeço ao seu carinho constante e presença fixa em minha palavras.

Élis Bruxa disse...

Andréia,

Fico imensamente lisonjeada com suas palavras.
Volte sempre!
E seja sempre muitíssimo bem vinda!

Eduardo Silveira disse...

Olá, Élis

Obrigado pela visita ao Palavras e pelo elogio ^^
Fico feliz que vc tbém tem seu espaço para as palavras, e tbém por apreciá-las. Não é todo mundo que dá o devido valor à palavra. Daí meu apreço a todos que externam seus pensamentos e sentimentos por meio delas.

Um Abraço!

Élis Bruxa disse...

Eduardo,
Adorei sua visita e seu comentário.
:)