Pular para o conteúdo principal

Partilhando minha leitura


Quando leio um livro, sinto-me como se estivesse conversando com o autor. Então, muitas vezes irei referenciar como se eu tivesse ouvido o que estiver relatando. Também gostaria que todos os membros da comunidade interagissem comigo, seja concordando, seja expondo sua opinião, seja me desafiando, enfim, que juntos possamos crescer dentro desta vivência que o Livro Despertando sua Energia nos proporciona. Então, vamos papear? A Lenda:
A Márcia narra uma belíssima lenda. E ao entrar em contato com a lenda sinto despertar dentro de mim a necessidade de trabalhar as lendas que existem em meu coração. Pergunto-me: "mas afinal, o que é a lenda?" Minha criança interior responde: - Lenda, dona Elisa, é a verdade disfarçada em contos de fadas. Fico refletindo o que a minha criança disse. Acolho com amor aquelas palavras. Tenho vontade de questionar um pouco mais. Nisto escuto a gargalhada tão gostosa da minha menininha. Fico contaminada com a alegria dela e ouso rever as minhas lendas. Porém fico confusa, pois muitas lendas saltam de meu coração. Eu não tinha a menor noção de como é grande o meu repertório de lendas. São tantas, mas tantas que nem sei ordenar, entretanto, tento. A primeira lenda: Sempre será o meu pai. Porque é a maior lenda que conheço. Um fênix. O meu pai é um fênix disfarçado de pai.
Sim, talvez seja meio difícil de entender, mas com o tempo, a gente partilhando nossas impressões, você, caro amigo leitor, há de entender a minha maior lenda.
Todas as vezes que meu pai entrava em uma grande dificuldade, após um período de sofrimento, eis que ele ressurgia, forte e poderoso. Minha criança o enxergava renascendo, literalmente, das cinzas. Eis que é a pura verdade. Hoje vejo que o sofrimento nem era necessário, talvez até sim, para que eu soubesse que sempre podemos ressurgir. Sempre poderemos tentar novamente. Deixo um desafio: Vamos ser fênix?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Passei em frente a minha antiga casa.

Que tem as portas bem altas; E ela está, triste, muito triste; Arrancaram até a varanda dela; Assim, sem mais e sem menos; Eu não a abandonei. Muito ao contrário. O proprietário exigiu que eu saísse; E depois a deixou lá: Só e sem carinho; Tudo que deixei lá, lá está; Após estes oito anos de solidão; Ela perdeu a varanda; Perdeu é eufemismo; E a porta está lá; Como sempre, tão majestosa; Ela se abre ao meio; Uma banda para lá e outra para cá; Acima, tem um vidro, feito um pedaço de janela. Partido em três vidraças; Ou seriam duas? Assim, com a visão da porta; Fui caminhando em direção ao meu destino; E buscando com os olhos e com o coração; Casas que ostentassem tal realeza; Nesta época, raridade; Mas persisti e segui avante; Heis que a vejo; Inesperadamente; Foi quase um choque; Lá estava ela; Agora estou até meio confusa; Melhor seria dizer, lá estava ele: O Rei da Rainha; Um azul A outra rosa; Mas da mesma realeza; Iguais; Entretanto, o rei teve mais sorte; Hoje é uma creche. Crianç...

Carta para o Futuro