Pular para o conteúdo principal

Confidência




Sempre que escrevo para alguém especial,
fico inspirada.
Achei que as palavras que organizei ficaram tão
significativas.
Na realidade foi o amor que sinto
que foi organizado em forma de palavras.
Após ler, desejei partilhar:


Ando numa correria sem fim,
mas levando a vida com paixão.
Os problemas existem, apenas mudei o foco.
Quanto a você, sou sua amiga, portanto,
preciso ser franca no que sinto.
Primeiro, sinto muito, sinto muito mesmo.
Você nasceu para ser feliz.
Precisa ser feliz.
Entretanto, você tem uma teimosia
quase insana.
Entendo bem sua teimosia, já fui assim,
ainda sou assim em muitos aspectos de minha vida.
Você está com sua vida toda voltada para um único aspecto.
Desta forma sua viagem está ficando monótona, cansativa,
desgastante mesmo.
Então você perde a paisagem,
perde a experiência, perde a magia de cada momento,
enfim, perde o sabor da vida.
Porque a vida é um jogo de equilíbrio.
Há outras facetas que exigem serem descobertas.
Precisam ser celebradas.
Pare, pare agora.
Reflita!
Questione-se:
O que a vida está querendo me ensinar?
Melhor:
O que a vida quer me presentear?
Por que não quero aceitar?
Fique em silêncio, aguarde.
Pode até demorar, mas receberá uma resposta.
Nada precisa ser perfeito,
nem exigido.
O que chega é exatamente o que precisamos.
Abra os braços e receba o dom da vida.
Aceite-se.
Somos humanos e nossa existência
é justamente para experimentar
a delícia de sermos que somos.

Comentários

Anônimo disse…
Essas suas palavras é que são um presente imprescindível da vida, querida. Agradeço verdadeiramente!

Postagens mais visitadas deste blog

Passei em frente a minha antiga casa.

Que tem as portas bem altas; E ela está, triste, muito triste; Arrancaram até a varanda dela; Assim, sem mais e sem menos; Eu não a abandonei. Muito ao contrário. O proprietário exigiu que eu saísse; E depois a deixou lá: Só e sem carinho; Tudo que deixei lá, lá está; Após estes oito anos de solidão; Ela perdeu a varanda; Perdeu é eufemismo; E a porta está lá; Como sempre, tão majestosa; Ela se abre ao meio; Uma banda para lá e outra para cá; Acima, tem um vidro, feito um pedaço de janela. Partido em três vidraças; Ou seriam duas? Assim, com a visão da porta; Fui caminhando em direção ao meu destino; E buscando com os olhos e com o coração; Casas que ostentassem tal realeza; Nesta época, raridade; Mas persisti e segui avante; Heis que a vejo; Inesperadamente; Foi quase um choque; Lá estava ela; Agora estou até meio confusa; Melhor seria dizer, lá estava ele: O Rei da Rainha; Um azul A outra rosa; Mas da mesma realeza; Iguais; Entretanto, o rei teve mais sorte; Hoje é uma creche. Crianç...

Carta para o Futuro