Pular para o conteúdo principal

Construir casas e sonhos


Leia sobre o livro da Elizabeth Gilbert: Grande Magia






Eu li o livro e as ideias são assim mesmo; E eu amo ter ideias; Acho que já te contei que um dia eu quis ter a casa do Pernalonga;
Então, como boa líder que sou; Aos sete anos, determinei a construção da minha casa do Pernalonga;  Convoquei minha equipe; Meu irmão e os vizinhos, todos com sete anos para baixo; Delimitei o local e ordenei mãos à obra; 
Cansados, suados, exaustos mesmo;  Minha equipe trabalhava sem cessar;  
Então, quando passou um irmão adolescente dos vizinhos;  
Questionou:   
"o que era aquilo?"  
A casa do Pernalonga, claro!  
Então, esse embargou a obra :(   
Inventou uma história nada a ver de que viraria poço;  
Verteria água feito o poço que estava à uns sete metros distante.  
Enfim, jogou areia no meu doce.  
Mas tudo bem, né?


Quem sabe em outra oportunidade eu finalize a casa do Pernalonga;  
Portanto, sem ressentimentos;  
Outras ideias e outros projetos hão de vir;

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Valores

Veja bem, já tenho 43 anos, só agora irei formar-me, ainda não tenho casa própria, carro, tenho carteira, mas medo de dirigir. Enfim, tenho uma lista de vários fatores que a sociedade considera importante e que não alcancei. E daí? Sinto-me tão importante. Veja a cena: Trabalho, melhor, sou estagiária da Secretaria de Ensino a Distância. Sou tutora do curso de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas. Terça feira será feriado municipal. Segunda-feira foi considerado ponto facultativo pela faculdade, portanto, todos os tutores não têm aula, mas temos que trabalhar. Então assumi a missão de ir até ao diretor pedir para dispensar-nos. Neste dia fui com uma sandália que não era usada há tempos. No meio do caminho a sandália desmanchou literalmente. Por onde eu passava, deixava restos da sandália. Caminhava com dificuldade, pois ela estava partida em vários tamanhos diferentes. Melhor dizer, mancava. Cheguei, encontrei com a moça do escritório e perguntei qual era o ramal do diretor; liguei,...
A última postagem foi meio que um desabafo. Estou meio sentida comigo, pois já faz quase um ano que desejo fazer algo e nada fiz. Melhor, pelo menos, agora, pensei formas de ser útil. Ontem acho que cheguei à um início. Deixa eu explicar-me direito: Quando estou indo para o hospital estagiar, passo em frente ao presídio. Anterior à este ano eu passava em frente ao presídio todos os dias que ia às aulas. Naquela época até buscava sentar-me ao lado dos bancos que eram contrários à visão do presídio. Sofria muito ao enxergar a prisão. Ainda sinto dor, pois lamento muito pela vida daquelas pessoas. Sei que lá há muitos que são do mal. Mas acredito que a maioria poderia ter encontrado um destino melhor acaso houvesse apenas uma alma qualquer que lhes doassem amor. Como poderá manifestar o bem se não foi criado espaço para ele? Ninguém pode dar aquilo que não tem. Portanto, como serei capaz de lançar meu dedo em riste para acusar seja lá quem for? Então, ano passado na minha última apresent...