Pular para o conteúdo principal

Fiscal do vestibular

Quantas vezes estive ali fazendo aquele caderno de provas. Lembro-me bem, pois todo o meu emocional ficava alterado. É um exercício de raciocínio muito grande. Há a necessidade de resgatar da memória conhecimentos que muitas vezes adquirimos em época tão remota. É, de fato, um trabalho intelectual. Um momento que se é obrigado a transpirar conhecimento. 

O pior é quando a gente se obriga a passar. Tal compromisso é capaz de desconcertar o sistema nervoso central. Sabe o que é ficar sem voz? Simplesmente não sair nenhum som de sua boca? Isto é o resultado da utilização inadequada do nosso corpo. O sistema nervoso é um equipamento fantástico, mas que funciona mal sobre pressão.

A meditação promove o clima ideal para o aprimoramento e a intensificação da mente. Todo e qualquer exercício intelectual deveria ser precedido de uma excelente meditação.

Treinar, treinar e treinar, sem meditar não é garantia de sucesso. Meditar, treinar e meditar é um excelente caminho para desenvolver a capacidade de produção. Experimente, mal não faz!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Estive refletindo sobre a minha ansiedade. O quanto desejei realizar as provas enquanto a minha mão estava machucada. Esforcei-me em demasia. Pois quando a vida decide, deve ela ter sua lógica celestial. Andei pensando também na máxima de abençoar as pessoas que nos causam dissabores. Ainda tenho certa resistência. Não tenho este amadurecimento. Meu EGO ainda domina, carrego a densidade existencial. Entretanto busco estar atenta aos meus sentimentos. Tento observar de fora o que acontece dentro do meu ser. E encontrar uma saída deste tumulto emocional.
A última postagem foi meio que um desabafo. Estou meio sentida comigo, pois já faz quase um ano que desejo fazer algo e nada fiz. Melhor, pelo menos, agora, pensei formas de ser útil. Ontem acho que cheguei à um início. Deixa eu explicar-me direito: Quando estou indo para o hospital estagiar, passo em frente ao presídio. Anterior à este ano eu passava em frente ao presídio todos os dias que ia às aulas. Naquela época até buscava sentar-me ao lado dos bancos que eram contrários à visão do presídio. Sofria muito ao enxergar a prisão. Ainda sinto dor, pois lamento muito pela vida daquelas pessoas. Sei que lá há muitos que são do mal. Mas acredito que a maioria poderia ter encontrado um destino melhor acaso houvesse apenas uma alma qualquer que lhes doassem amor. Como poderá manifestar o bem se não foi criado espaço para ele? Ninguém pode dar aquilo que não tem. Portanto, como serei capaz de lançar meu dedo em riste para acusar seja lá quem for? Então, ano passado na minha última apresent...